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De forma extremamente rápida, as transformações em função da Covid-19 surgiram dentro de um contexto muito delicado. A parada brusca da economia e atitudes restritivas à movimentação de pessoas, como a quarentena, exigiu mudança de hábitos e revelou que modelos de negócios e de gestão devem ser repensados.

Áreas que já se aprontavam para terem mudanças drásticas devido à tecnologia, foram aceleradas dentro deste momento de calamidade sanitária, social e econômica. O mercado empresarial foi atingido de forma muito marcante neste processo todo e acredita-se que as empresas pós-pandemia serão essencialmente digitais e centradas em inteligência artificial.

Quer saber mais sobre as principais mudanças e as possíveis ações que acontecerão no setor de empresas no país? Siga com a leitura deste artigo!

Conceito de escritório e local de trabalho

O pós-crise traz uma nova visão sobre o home office, que deixará de ser uma possibilidade e se tornará realidade. “Como o contato humano é fundamental para construir relações de confiança, podemos inverter o jogo: a norma passa a ser trabalhar em casa, e o escritório vira uma alternativa, onde as equipes se encontram algumas vezes por semana.” Diz o diretor de operações da fintech Neon, Jean Sigrist.

Pensando nisso, pode ser considerada uma tendência o escritório não ter endereço fixo. Segundo o investidor e professor na pós-graduação do Insper Renato Mendes, o mercado será obrigado a repensar a ideia de um único local de trabalho.

Adaptação será vital para a saúde do negócio

Uma empresa digital deve ser resiliente e estratégica. Contudo, o que se tornou diretriz foi a necessidade de ela ser facilmente adaptável a um ambiente de incerteza, volatilidade, ambiguidade e complexidade.

Fabian Salum, docente em modelo de negócios, inovação e estratégia da Fundação Dom Cabral, reconhece que mesmo com anos de experiência como executivo e mais de uma década se dedicando à academia, esteve surpreso com a quantidade de empresários que estão repensando tudo, de modelo de negócios à relação com a tecnologia, para se adequarem ao momento.

E-commerce

Está claro que a crise causada pela pandemia vai provocar uma profunda reestruturação econômica, social e organizacional.

Uma análise do Mercado Livre indica que a transformação digital está acontecendo intensamente e há uma imensa migração da população ao consumo online. A pesquisa fala de mais de 1,7 milhão de novos consumidores entre fevereiro e março deste ano, 28% a mais em relação aos mesmos meses de 2019.

O aumento do consumo online consequentemente deu entrada a novos consumidores no comércio digital. A prática de aquisição a qualquer custo é intensificada com o aumento da concorrência nas vendas online e a todo momento os clientes estão buscando o preço mais baixo. Portanto é certo que as operações de e-commerce brasileiras vão crescer ainda mais.

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